“O Sermão toca nas películas mais delicadas e mais profundas da identidade humana- sentimento, espiritualidade, ética e caráter. As virtudes de fato, ou as doenças mais graves de um ser humano, manifestam-se ai nesse campo fascinante e misterioso” p 33
John Stott:“Nossa justiça tem de ser mais profunda porque atinge também nosso coração, e o nosso amor tem de ser mais amplo porque abrange também nossos inimigos”. P 33
MULTIDAO E REINO
“é do meio da multidão que Jesus pinça seus discípulos. Chama-os pelo nome, reconhece a identidade e a peculiaridade de cada um. O discípulo foi sempre alguém tirado do meio das multidões, sendo ao mesmo tempo enviado para as multidões”. p 38
FELIZES..
“É dentro de cada um de nos e na confluência do encontro com Deus que se conquista a felicidade que transpõe todas as tristezas” p 48
“Cabe ao discípulo a alegria de falar com o Pai Celeste que está em secreto. Doar ao pobre e desfrutar da alegria de doar, ou quem sabe, se for o caso, da alegria de ser recompensado pelo Pai” p 55
FE
“A fé, no ensino de Jesus, adquire um caráter relacional e racional, ortodoxo e pratico, confessional e ético. Na plenitude do sentimento de reconciliação e paz com Deus e na totalidade ética do discípulo de Jesus Cristo encontramos a sua felicidade ou realização plena com a vida” p 55
POBRE DE ESPIRITO
“O pobre de espírito não se percebe rico de nada, nem mesmo de santidade ou espiritualidade” (Mt 5,3 e Sl 40,17).O discípulo é pobre de espírito por constatar a sua insignificância quando posto diante de Deus. Entende a sua relação com Ele como fruto da graça, o que na concepção judaica significava o favor de um Deus soberano em beneficio de pequeninos que nada podem lhe dar em troca”. P 65
MANSIDAO
“A sensibilidade do discípulo é um valor interno, é uma virtude daqueles que se percebem bem pela felicidade de serem portadores da compaixão de Deus” p 69
“Mais sábio do que alguém que conquista impérios, palácios, cidades inteiras é aquele que tem o domínio de si mesmo, que sabe gerenciar e desfrutar bem de todas as suas potencialidades humanas” (Mt 5,5) p 73
“A falta de mansidão consiste na necessidade fictícia de provar aos outros que se é melhor ou mais forte. Perdemos a mansidão quando instalamos interiormente o paradigma da vitória a partir da derrota do outro” p 74
A mansidão de Cristo é o caminho para a herança da melhor das terras.
MISERICORDIA
:“A misericórdia faz parte de sua essência espiritual, ela flui como um rio, jorra naturalmente como uma fonte. Ele não perdoa para ser perdoado, perdoa porque recebeu o perdão de Deus e reconhece o quanto Deus tem sido misericordioso com ele”. p 91
LIMPOS DE CORACAO
:“O ser humano percebe-se aniquilado por causa dos seus pecados, e aí incorpora o terror, mas ao mesmo tempo sente-se atraído pela misericórdia de Deus e acolhe a purificação ou santificação concedida por Deus”
“Os limpos de coração são limpos por causa da transparência da alma, e assim acreditam mais em Deus do que neles mesmos”. p 94
“Sinceridade e integridade são as características mais evidentes dos limpos de coração” p 95
John Stott:“Nossa justiça tem de ser mais profunda porque atinge também nosso coração, e o nosso amor tem de ser mais amplo porque abrange também nossos inimigos”. P 33
MULTIDAO E REINO
“é do meio da multidão que Jesus pinça seus discípulos. Chama-os pelo nome, reconhece a identidade e a peculiaridade de cada um. O discípulo foi sempre alguém tirado do meio das multidões, sendo ao mesmo tempo enviado para as multidões”. p 38
FELIZES..
“É dentro de cada um de nos e na confluência do encontro com Deus que se conquista a felicidade que transpõe todas as tristezas” p 48
“Cabe ao discípulo a alegria de falar com o Pai Celeste que está em secreto. Doar ao pobre e desfrutar da alegria de doar, ou quem sabe, se for o caso, da alegria de ser recompensado pelo Pai” p 55
FE
“A fé, no ensino de Jesus, adquire um caráter relacional e racional, ortodoxo e pratico, confessional e ético. Na plenitude do sentimento de reconciliação e paz com Deus e na totalidade ética do discípulo de Jesus Cristo encontramos a sua felicidade ou realização plena com a vida” p 55
POBRE DE ESPIRITO
“O pobre de espírito não se percebe rico de nada, nem mesmo de santidade ou espiritualidade” (Mt 5,3 e Sl 40,17).O discípulo é pobre de espírito por constatar a sua insignificância quando posto diante de Deus. Entende a sua relação com Ele como fruto da graça, o que na concepção judaica significava o favor de um Deus soberano em beneficio de pequeninos que nada podem lhe dar em troca”. P 65
MANSIDAO
“A sensibilidade do discípulo é um valor interno, é uma virtude daqueles que se percebem bem pela felicidade de serem portadores da compaixão de Deus” p 69
“Mais sábio do que alguém que conquista impérios, palácios, cidades inteiras é aquele que tem o domínio de si mesmo, que sabe gerenciar e desfrutar bem de todas as suas potencialidades humanas” (Mt 5,5) p 73
“A falta de mansidão consiste na necessidade fictícia de provar aos outros que se é melhor ou mais forte. Perdemos a mansidão quando instalamos interiormente o paradigma da vitória a partir da derrota do outro” p 74
A mansidão de Cristo é o caminho para a herança da melhor das terras.
MISERICORDIA
:“A misericórdia faz parte de sua essência espiritual, ela flui como um rio, jorra naturalmente como uma fonte. Ele não perdoa para ser perdoado, perdoa porque recebeu o perdão de Deus e reconhece o quanto Deus tem sido misericordioso com ele”. p 91
LIMPOS DE CORACAO
:“O ser humano percebe-se aniquilado por causa dos seus pecados, e aí incorpora o terror, mas ao mesmo tempo sente-se atraído pela misericórdia de Deus e acolhe a purificação ou santificação concedida por Deus”
“Os limpos de coração são limpos por causa da transparência da alma, e assim acreditam mais em Deus do que neles mesmos”. p 94
“Sinceridade e integridade são as características mais evidentes dos limpos de coração” p 95





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